08 junho, 2018

Sínodo 2019: a Amazónia no coração da Igreja

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“Amazónia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral” é o título do Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Amazónia, composto por um texto-base que oferece uma análise da conjuntura atual da Amazónia. 

Cidade do Vaticano 

A Amazónia foi tema de debate na manhã de sexta-feira (08/06), no Vaticano, com a apresentação na Sala de Imprensa da Santa Sé do Documento Preparatório para o Sínodo dos Bispos de 2019.

“Amazónia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral” é o título do Documento, composto por um texto-base, que oferece uma análise da conjuntura atual da Amazónia e aponta percursos e novos caminhos para a Igreja a serviço da vida nesse bioma.

O objetivo do material é preparar as comunidades para o Sínodo e ouvi-las, para que essa grande assembleia repercuta, de facto, os clamores que saem das bases, o que é um desejo expresso do Papa Francisco.

O texto está dividido em três partes, segundo o método, ver, discernir e agir. No final do material, estão algumas questões que permitem um diálogo e uma progressiva aproximação da realidade para que as populações da Amazónia sejam ouvidas. 

Ver
A primeira parte é o VER, um convite a olhar a identidade e os clamores da Pan-Amazónia. Território, diversidade socio-cultural, identidade dos povos indígenas, memória histórica eclesial, justiça e direitos dos povos, espiritualidade e sabedoria, são os pontos apresentados naquela parte do texto. Segundo o documento preparatório, “na sua história missionária, a Amazónia tem sido lugar de testemunho concreto de estar na cruz, inclusive, muitas vezes, lugar de martírio. A Igreja também aprendeu que neste território, habitado por mais de 10 mil anos por uma grande diversidade de povos, as suas culturas construíram-se em harmonia com o meio ambiente”. 

Discernir
O DISCERNIR é a segunda parte do documento que ilumina as reflexões para uma conversão pastoral e ecológica. O anúncio do Evangelho de Jesus na Amazóramental e eclesial-missionária. “Hoje o grito da Amazónia ao Criador é semelhante ao grito do povo de Deus no Egito (cf. Ex 3,7). É um grito de escravidão e abandono, que clama pela liberdade e o cuidado de Deus. É um grito que anseia pela presença de Deus, especialmente quando os povos amazónicos, por defender suas terras, são criminalizados por parte das autoridades; ou quando são testemunhas da destruição do bosque tropical, que constitui o seu habitat milenar; ou, ainda, quando as águas dos seus rios se enchem de espécies mortas em vez de estarem plenas de vida”, afirma o texto de preparação. 

Agir
Por fim, o documento, na última parte, provoca a ação, AGIR: novos caminhos para uma Igreja com rosto amazónico. O texto reflete o que seria esse rosto, a dimensão profética, os ministérios e os novos caminhos. “No processo de pensar uma Igreja com rosto amazónico, sonhamos com os pés fincados na terra dos nossos ancestrais e com os olhos abertos pensamos como será essa Igreja a partir da vivência da diversidade cultural dos povos. Os novos caminhos terão uma incidência nos ministérios, na liturgia e na teologia (teologia indígena)”, destaca o texto.

Após as reflexões realizadas pelo documento, uma série de questões são apresentadas para contribuir com a escuta das realidades da Pan-Amazónia. O questionário está dividido, metodologicamente, de acordo com as partes do documento para facilitar os trabalhos que serão realizados pelas comunidades e grupos que responderão as perguntas. “A finalidade deste questionário é escutar a Igreja de Deus sobre os «novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral» na Amazónia. O Espírito fala através de todo o povo de Deus. Nessa escuta podem-se conhecer os desafios, as esperanças, as propostas e reconhecer os novos caminhos que Deus pede à Igreja nesse território”, diz o Documento.

O documento preparatório termina com as palavras de Francisco em Porto Maldonado, no momento em que abre, oficialmente, o Sínodo especial para a Amazónia: “Ajudai os vossos Bispos, ajudai os vossos missionários e as vossas missionárias a fazerem-se um só convosco e assim, dialogando com todos, podeis plasmar uma Igreja com rosto amazónico e uma Igreja com rosto indígena. Com esse espírito, convoquei um Sínodo para a Amazónia no ano de 2019”. 

Sínodo para a Amazónia
O Sínodo para Amazónia foi uma resposta do Papa Francisco à realidade da Pan-Amazónia. De acordo com o Pontífice, “ o objetivo principal desta convocação é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspectivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazónica, pulmão de capital importância para o nosso planeta. Que os novos Santos intercedam por este evento eclesial para que, no respeito pela beleza da Criação, todos os povos da terra louvem a Deus, Senhor do universo, e por Ele iluminados, percorram caminhos de justiça e de paz”.


Ouça a reportagem

Ouça a entrevista com o Card. Baldisseri

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Sagrado Coração: hoje é a festa do amor de Deus, diz o Papa

 
Papa celebra a missa na Casa Santa Marta  (Vatican Media)
 
O Papa Francisco celebrou a missa na capela da Casa Santa Marta e dedicou a sua homilia ao amor de Deus.
 
Adriana Masotti - Cidade do Vaticano

No dia em que a Igreja celebra a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, o Papa Francisco iniciou a sua homilia na Casa Santa Marta afirmando que se poderia dizer que hoje é a festa do amor de Deus.

“Não somos nós que amamos Deus, mas é Ele que “nos amou primeiro, Ele é o primeiro a amar”, disse o Papa. Uma verdade que os profetas explicavam com o símbolo da flor de amêndoa mandorlo, a primeira a florescer na primavera. “Deus é assim: sempre primeiro. Ele espera-nos primeiro, ama-nos primeiro, ajuda-nos primeiro”.

Mas não é fácil entender o amor de Deus. De facto, Paulo, na segunda Leitura do dia, fala de ‘impenetráveis riquezas de Cristo’, de um mistério escondido.

É um amor que não se pode entender. Um amor de Cristo que supera todo conhecimento. Supera tudo. Tão grande é o amor de Deus. E um poeta dizia que era como “o mar, sem margens, sem fundo …”: mas um mar sem limites. E este é o amor que nós devemos entender, o amor que nós recebemos.

Na história da salvação, o Senhor revelou-nos o seu amor, “foi um grande pedagogo”, disse o Papa e, relendo as palavras do profeta Oséias, explica que não o revelou através da potência: “Não. Vamos ouvir: ‘Eu ensinei o  meu povo a dar os primeiros passos, tomei-o nos meus braços, eu cuidava deles’. Tomar nos braços, próximo: como um pai”.

Deus, como manifesta o amor? Com as grandes coisas? Não: rebaixa-se, rebaixa-se, rebaixa-se com  gestos de ternura, de bondade. Faz-se pequeno. Aproxima-Se. E com esta proximidade, com este rebaixamento, Ele faz-nos entender a grandeza do amor. O grande deve ser entendido por meio do pequeno.

Por último, Deus envia o seu Filho, mas “envia-O em carne” e o Filho “humilhou-se a si mesmo” até à morte. Este é o mistério do amor de Deus: a grandeza maior expressa na menor das pequenezas. Para Francisco, assim se pode entender também o percurso cristão.

Quando Jesus nos quer ensinar como deve ser a atitude cristã, diz-nos poucas coisas, faz-nos ver aquele famoso protocolo sobre o qual todos nós seremos julgados (Mateus 25). E o que diz? Não diz: “Eu creio que Deus seja assim. Entendi o amor de Deus”. Não, não… Eu fiz o amor de Deus em pequenas coisas. Dei de comer ao faminto, dei de beber ao sedento, visitei o doente, o detento. As obras de misericórdia são justamente a estrada do amor que Jesus nos ensina em continuidade com este amor de Deus, grande! Com este amor sem limites, que se aniquilou, se humilhou em Jesus Cristo; e nós devemos expressá-la assim.

Portanto, concluiu o Papa, não são necessários grandes discursos sobre o amor, mas homens e mulheres “que saibam fazer essas pequenas coisas por Jesus, para o Pai”. As obras de misericórdia “são a continuidade deste amor, que se rebaixa, chega a nós e nós o levamos avante”.

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Papa: em junho, rezar pelos sacerdotes



O pedido do Pontífice foi feito durante a Audiência Geral, por ocasião da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

Na Audiência Geral de 6 de junho, o Papa Francisco convidou a rezar durante todo o mês de junho ao Coração de Jesus e a apoiar com a proximidade e o afeto os sacerdotes, "para que sejam imagem daquele Coração repleto de amor misericordioso".

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07 junho, 2018

Papa: os cristãos “sem memória” perdem o sal da vida

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 Papa celebra a missa na Casa Santa Marta  (Vatican Media)

"Memória" foi a palavra-chave na homilia da missa celebrada na Casa Santa Marta. Francisco pediu que os fiéis façam memória dos encontros com Cristo, dos antepassados e da lei do amor.

Alessandro Di Bussolo – Cidade do Vaticano 

A memória cristã é o sal da vida, voltar para seguir em frente: devemos recordar e contemplar os primeiros momentos nos quais encontramos Jesus. Palavras do Papa Francisco na missa celebrada na manhã de quinta-feira (07/06) na capela da Casa Santa Marta. A sua homilia foi inspirada na exortação de São Paulo a Timóteo, na Primeira Leitura: “Lembra-te de Jesus Cristo”. 

Sal da vida
Trata-se de voltar com a memória para encontrar Cristo, explicou o Papa, “para encontrar forças e poder caminhar para frente. A memória cristã é sempre um encontro com Jesus Cristo”.

A memória cristã é como o sal da vida. Sem memória não podemos ir para frente. Quando encontramos cristãos “desmemoriados”, logo vemos que perderam o sabor da vida cristã e acabaram como pessoas que cumprem os mandamentos, mas sem a mística, sem encontrar Jesus Cristo. E Jesus Cristo devemos encontrá-lo na vida. 

Encontros, antepassados e lei
Francisco acrescentou que são três as situações em que podemos encontrar Jesus Cristo: "nos primeiros momentos, nos nossos antepassados e na lei”. A Carta aos Hebreus indica-nos como fazer:

“Evoquem na memória aqueles primeiros tempos, depois da conversão, em que eram tão fervorosos …" “Cada um de nós tem momentos de encontro com Jesus”. Na nossa vida, prosseguiu o Papa, houve “um, dois, três momentos em que Jesus se aproximou, se manifestou. Não esqueçam esses momentos: devemos ir para trás e retomá-los porque são momentos de inspiração, onde nós encontramos Jesus Cristo”.

Cada um de nós tem momentos assim: quando encontrou Jesus Cristo, quando mudou de vida, quando o Senhor lhe fez ver a própria vocação, quando o Senhor o visitou num momento difícil… Nós no coração temos esses momentos. Busquemo-los. Contemplemos esses momentos. Memória daqueles momentos nos quais eu encontrei Jesus Cristo. Memória daqueles momentos nos quais Jesus Cristo me encontrou. São a fonte do caminho cristão, a fonte que me dará forças.

“Eu recordo esses momentos?", perguntou Francisco. "Momentos de encontro com Jesus quando a minha vida mudou, quando me prometeu algo?” "Se não nos lembramos, vamos procurá-los. Cada um de nós tem os seus." 

Não recebemos a fé por correio
O segundo encontro com Jesus, disse ainda o Papa, acontece através da memória dos antepassados, que a Carta aos Hebreus chama “os seus chefes, que lhes ensinaram a fé”. Também Paulo,  na segunda carta a Timóteo, o exorta sempre assim: “Lembre-se da sua mãe e da sua avó que te transmitiram a fé”. “Não recebemos a fé por correio”, afirmou o Papa, mas “homens e mulheres transmitiram-os a fé” e diz a Carta aos Hebreus: “Olhem para eles que são uma multidão de testemunhas e fortaleçam-se neles, eles que sofreram o martírio”.

Qando a água da vida se torna um pouco turva, destacou Francisco, “é importante ir à fonte e encontrar nela a força para ir avante. Podemos quesxtionarmo-nos: eu evoco os meus antepassados? Eu sou um homem, uma mulher com raízes? Ou tornei-me desarraigado? Vivo somente no presente? Se é assim, é preciso imediatamente pedir a graça de voltar às raízes”, àquelas pessoas que nos transmitiram a fé. 

A lei do coração
Por fim, a lei, que Jesus nos faz recordar no Evangelho de Marcos. O primeiro mandamento é: “Escutai, Israel, o Senhor nosso Deus”.

A memória da lei. A lei é um gesto de amor que o Senhor fez connosco porque nos indicou o caminho, dizendo-nos: por esta estrada não vais errar. Evocar na memória a lei. Não a lei fria, que parece simplesmente jurídica. Não. A lei do amor, a lei que o Senhor inseriu no nosso coração.

“Eu sou fiel à lei, lembro-me da lei, respeito a lei?", questionou ainda o Papa. Algumas vezes, nós cristãos, inclusive consagrados, temos dificuldade de dizer de cor os mandamentos: ‘Sim, sim, eu me lembro, mas depois, num certo ponto erro, não me lembro”. 

Memória e esperança
Lembrar-se de Jesus Cristo, concluiu o Papa, significa ter “o olhar fixo no Senhor” nos momentos da minha vida nos quais eu O encontrei, momentos de provação, nos meus antepassados e na lei. E a memória “não é somente um ir para trás”. É ir para trás para ir para frente. Memória e esperança vão juntas. São complementares,completam-se. “Lembra-te de Jesus Cristo, o Senhor que veio, pagou por mim e que virá. O Senhor da memória, o Senhor da esperança”.

O convite final do Papa é que cada um de nós perca bhoue um minuto para se interrogar como está a memória dos momentos nos quais encontrou o Senhor, a memória dos meus antepassados e a memória da lei. Depois, como vai a minha esperança, naquilo que espero. “Que o Senhor nos ajude neste trabalho de memória e de esperança.”

Ouça a reportagem com a voz do Papa Francisco



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06 junho, 2018

INACESSÍVEL?

 

 
 
 
No lugar mais inacessível
podemos encontrar-Te,
Senhor!

Infelizmente,
tantas vezes o lugar mais inacessível,
 é o nosso coração,
 e nós desistimos de Te procurar,
embora Tu estejas sempre lá,
à nossa espera,
dando-nos a mão!
 
 
Monte Real, 6 de Junho de 2018
Joaquim Mexia Alves

Audiência: a paz é para ser doada. A fofoca não é obra do Espírito Santo



O Papa Francisco voltou a falar da destruição causada pelo nexerico na Audiência Geral desta quarta-feira, na Praça São Pedro.

Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano

A paz que recebemos do Espírito é para dar aos outros, não devemos destruí-la com mexericos! Na Audiência Geral desta quarta-feira (06/06) o Papa Francisco deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre o Sacramento da Crisma, falando dos efeitos que o dom do Espírito Santo faz amadurecer na vida dos crismados.

O Pontífice reforçou que o Espírito Santo é um dom e as graças que recebemos devemos dar aos outros, e não para armazená-las. “As graças são recebidas para dar aos demais. Isso faz o cristão.” 

A Igreja somos nós
O Espírito descentraliza-nos do nosso “eu” para nos abrir ao “nós” da comunidade cristã, como também ao bem da sociedade em que vivemos.

“Algumas pessoas pensam que a Igreja tem dono: o papa, os bispos, os sacerdotes e os operários, que são os demais. Não! A Igreja somos todos nós e todos temos a responsabilidade de santificar uns aos outros, cuidar dos outros. A Igreja somos nós. Cada um tem o seu trabalho, mas a Igreja somos todos nós.”

Assim, a Confirmação une mais fortemente como membro vivo ao corpo místico da Igreja, vinculando à Igreja universal e fortalecendo o compromisso com a vida da Igreja particular, em união com o Bispo. Este, enquanto sucessor dos Apóstolos, é o ministro originário deste sacramento.

Na conclusão do rito da Crisma, explicou ainda o Papa, o Bispo diz a cada crismando: “A paz esteja contigo”, recordando a saudação de Cristo aos discípulos. 

O mexerico não é obra do Espírito
Improvisando, o Papa pediu que pensemos na nossa própria comunidade paroquial. O Bispo dá a paz ao crismando e depois a damos entre nós. “Isto significa paz”, disse o Papa. O problema é o que acontece depois ao sairmos da Igreja.

“Começam os mexericos e eles são guerras. Isto não está bem. Se recebemos o sinal da paz do Espírito Santo, devemos ser homens e mulheres de paz e não destruir a paz do Espírito. Pobre do Espírito Santo com o trabalho que ele tem connosco, com o hábito de mexericar. Pensem bem, o mexerico não é obra do Espírito Santo, não é obra de unidade da Igreja. O mexerikco destrói aquilo que Deus faz. Por favor, vamos parar de mexericar!”

 vejam também
  
Audiência Geral de 6 de junho

Semente que deve ser cultivada
Outra característica da Crisma é que este sacramento recebe-se uma só vez, mas o seu dinamismo espiritual perdura ao longo do tempo. Além do mais, ninguém recebe a Confirmação somente para si mesmo, mas para cooperar para o crescimento espiritual dos outros.

Aquilo que recebemos de Deus como dom deve ser de facto doado para que seja fecundo e não, ao invés, sepultado por temores egoístas.
“ Quando temos a semente nas mãos não é para colocá-la no armário, é para semear. Toda a vida deve ser semente para que dê fruto. ”
O Papa então concluiu:

“Exorto os crismandos a não ‘enjaular’ o Espírito Santo, a não opor resistência ao Vento que sopra para impulsioná-los na liberdade, a não sufocar o fogo ardente da caridade, que leva a viver a vida por Deus e pelos irmãos. Que o Espírito Santo conceda a todos nós a coragem apostólica de comunicar o Evangelho com as obras e as palavras aos que se encontram no nosso caminho. Mas as palavras boas, aquelas que edificam, não as palavras de mexericos. Por favor, quando saírem da Igreja, pensem que a paz recebida é para dar aos outros e não para destruí-la com o mexerico. Não se esqueçam.” 

Rezar pelos sacerdotes
No final da catequese, o Papa recordou que na próxima sexta-feira celebra-se a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Francisco então convidou a rezar durante todo o mês de junho ao Coração de Jesus e a apoiar com a proximidade e o afeto os sacerdotes, para que sejam imagem daquele Coração repleto de amor misericordioso.

Ouça a reportagem com a voz do Papa Francisco


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